sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mas que vontade que eu tenho de correr ao seu encontro e te chamar de “meu”. Tenho uma vontade absurda de te ver acordar ao meu lado, dizendo que me ama. Eu tenho vontade de esquentar meus pés nos seus, e minhas mãos nas suas. Também tenho vontade de morder seu lábio, te irritar, e ter “brigas de casal” contigo. Tenho vontade de vestir sua camisa, caminhar descalça por sua casa, e tomar seu café amargo. Tenho vontade de esconder seus cigarros, te chantagear com beijos, e te fazer esquecer do mundo. Eu tenho vontade de manchar sua camisa com batom vermelho, deixar uma marca roxa no seu pescoço, e alguns arranhões nas suas costas. Eu tenho vontade de passear por aí na sua companhia. Tenho vontade de ser sua mulher, sua amante, sua amiga, sua. Tenho de vontades simples a devaneios estranhos. Quero morar na sua casa, brincar com seu cachorro, ser a dona do controle remoto. Eu tenho vontade de segurar sua mão e fazer certas loucuras em sua companhia. Tenho vontade de traçar meu destino junto ao seu, ser o motivo dos seus sorrisos, e saber a hora de dar um tempo. Eu tenho vontade de que a hora de dar um tempo nunca chegue, de te fazer acreditar na eternidade, e de saber que juntos nós somos capazes de superar os obstáculos impostos pela vida. Tenho vontade de te fazer sentir vontade de mim.

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